Calçada da Fama

 

CASSETAS

Olhe a foto e veja se não conhece essas caras de algum lugar? São Bussunda, Marcelo Madureira e Claudio Manoel na época em que as gracinhas que faziam ainda ficavam restritas aos amigos. Na foto, os três fizeram pose depois de uma partida de futebol na KINDERLAND, que frequentavam quando eram mais jovens.

BUSSUNDA

Claudio Besserman Vianna frequentou a kinderland nos anos 70. Foi nosso colonista e depois monitor, juntamente com seus amigos Marcelo Madureira e Claudio Manoel. O Apelido Bussunda foi dado na Kinderland! (veja as reportagens abaixo)Vamos sentir muita a sua falta!

Veja a matéria de Nelito Fernandes na REVISTA ÉPOCA de 24.06.2006 Clicando AQUI

Veja a matéria de Fábio Altman na REVISTA ISTO É GENTE de 26.06.2006 Clicando AQUI

DÉBORA COLKER

“Eu achava a Kinderland bárbaro. Lembro que jogava queimado, vôlei, participava das gincanas culturais… A Colônia dava a oportunidade de você ficar logo cedo em contato com a cidadania: ficar longe dos pais, arrumar sua cama, comer junto com todo mundo… Durante 3 anos fui como colonista e um ano fui monitora. Eu adorava.”

CLAUDIO MANOEL

“Dos 18 aos 22 anos freqüentei a Kinderland como monitor. A primeira experiência foi mais difícil porque não conhecia o espaço, a rotina, meus colonistas estavam naquela fase dos 13 anos (menino/homem), mas depois foi muito bacana. Cultivei amizades e até hoje tenho contato com gente que mora em Belo Horizonte e São Paulo”.

LAILA ZAID (ZAJZDENWEBER)

 

JAQUES MORELENBAUM

“Acredito que a Kinderland é um aprendizado de vida. Passei por muitas aventuras gostosas na Colônia e fico muito feliz que, depois de tanto tempo, ela ainda se mantenha de pé, forte e atuante. Só estou esperando minha filha ficar maiorzinha para que possa freqüentar e saber as grandes emoções que a kinderland proporciona a seus colonistas”.

ROSANE SVARTMAN

“A Kinderland representa parte integral da minha infância. Quando penso no meu tempo de criança lembro direto da Colônia. Vários amigos que tenho hoje conheci lá”.

MARCELO MADUREIRA

 

ESTER JABLONSKY

“Posso aproveitar um trecho do hino da Kinderland para retratar o que sinto pela colônia “…aonde passei os melhores momentos, talvez os melhores da vida…” Aos 15 anos cantava a música sem noção real do que dizia, só agora. Depois dos 40 anos pude compreender. Fui bastante marcada internamente pela Colônia, minha forma de pensar, minha forma de agir…Era um clima legal, saudável, em competição exacerbada, não tinha briga. Além da diversão, do lazer, do entretenimento, havia uma troca de experiências com as senhoras da AFIB. Era muito interessante este encontro de gerações onde se tinha gente de 10 a 80 anos. Meu gosto pela rádio brotou na colônia quando, junto com o Marcelo (Madureira), criei a Rádio Kinderland. A juventude hoje está muito consumista, os pais preferem mandar os filhos para Disney. Eles não sabem o que estão perdendo.. a troca comunitária, o afeto”.

CARLOS MINC

“Fui colonista durante 6 anos e, depois de muito tempo, voltei lá recentemente dando aulas sobre educação ambiental para a garotada. Sou fã incondicional da Kinderland, tudo que vivi naqueles anos foi maravilhoso: o primeiro namoro, as primeiras grandes caminhadas, a primeira empastada, a primeira aula de dança… Tenho muitas amizades que foram construídas naquela época e que se solidificaram até hoje. São amizades verdadeira, à prova do desgaste temporal. Não havia competição exagerada, era tudo saudável, um lugar onde se aprendia valores de vida como solidariedade, disciplina, espírito de equipe, independência”.

KÁTIA BRONSTEIN

“Tenho as recordações mais incríveis da minha infância e adolescência na Kinderland. Era maravilhoso! Comecei, inclusive, a desenvolver minha profissão, aos 7 anos, no coro com Jaques Morelenbaum. Além disso, lembro das atividades físicas, artísticas e culturais sempre monitoradas, que simplesmente adorava participar. Freqüentei a Colônia durante 7 anos e acho importantíssimo esse espírito de grupo que esteja muito disperso. Outro lado fundamental é o momento de independência que a Kinderland proporciona, o primeiro guarda-roupa, o primeiro “estar longe de casa”, o primeiro “se virar” sozinho… Agora é a minha filha que vai e também está gostando muito.”

DÉBORA BLOCH

Débora Bloch: de São Paulo para a Kinderland

MICHEL BESSLER

Fui tanto colonista como monitor e trago lembranças muito boas daquele período. Foi uma experiência marcante da minha infância/adolescência. Acredito que contribuiu com aspectos positivos à minha formação: o convívio com os outros, a independência, o cuidar das suas próprias coisas….

Michel é Natural do Rio de Janeiro, estudou com Paulina d’Ambrozio, Yair Kless, André Gertler e Isaac Stern. Diplomou-se pela Academia Rubin de Jerusalém e aperfeiçoou-se no Conservatório Real de Bruxelas e Mozarteum de Salszburg.

Vencedor dos concursos Keren – Norman (EUA-Israel) e Radiodifusão Israelense Kol Israel, em 1973 teve as portas abertas para o cenário internacional.

Integrante do Quarteto Bessler (detentor de quatro prêmios Sharp, com menções no prestigiado jornal americano New York Times) e outras formações cameristas, realizou tournées pelo Japão, Israel, Europa e América Latina, sendo alvo de referências elogiosas da crítica especializada. Participou como solista sob a batuta de celebres regentes, como Hubert Sudan, Comissiona, Gerard Devos, Isaac Karabtchevsky, Eleazar de Carvalho, Alceu Bochino e outros. Atualmente é Spalla da O.S.B e professor de violino no curso de pós-graduacão da UFRJ.